Uma planta forrageira (pastagem), bem manejada é um aliado na conservação do solo. Observe a camada onde o solo é bem visível. Solo é diferente de sedimento. Na imagem, o solo tem a coloração mais escura (preto, marrom ou cinza), enquanto o sedimento é mais amarelo, alaranjado ou vermelha.

A degradação de pastagens é apontado como um dos principais problemas sociais, econômicos e ambientais vividos pela pecuária nacional.

A escolha de pastagem para uma determinada região, é exigido que as características agronômicas e zootécnicas d planta sejam bem supridas em relação ao ambiente.

No Brasil, as gramíneas do gênero Brachiaria impulsionou a pecuária. Originária da África, melhorada geneticamente na Austrália por pesquisadores e chegado no Brasil no final dos anos 60 e início dos 70, essa planta adaptou muito bem nos solos do Brasil. Utilizando técnicas de melhoramento genético, chamada apomixia, cientistas, utilizaram o potencial genético para obter pastagens viáveis em diversos campos do planeta terra.

O conhecimento das plantas de forragem, vão desde a botânica, fisiologia, solo, nutrição, manejo, e muito mais.

Em botânica e fisiologia vegetal, pesquisadores, Agrônomos, Zootecnistas, técnicos agropecuários e produtores rurais, usam termos para identificar regiões das plantas. Exemplo: Lâmina foliar, Bainha foliar, Nó e entre nó, Colmo, Gema axilar ou basal, Perfilho, planta de crescimento cespitoso, Planta de crescimento estolonífero, Inflorescência do tipo ráceno e Panicula e Pseudocaule.

Algumas das cultivares conhecidas é o Marandu, Ipyporã, capim angola, BRS Paiaguás, BRS, Piatã, Xaraés, brachiaria humidícola, brachiaria mulato II, brachiaria decumbens, BRS Tamaní, Massai, BRS Zuri, Tanzânia, Mombaça, Quênia, Colonião, Sempre verde, estilosantes – campo grande, estilosantes – bela, Tangola etc.

A utilização de cada tipo de forragem é indicada pela resposta produtiva que cada uma pode oferecer ao ambiente (campo). Seja, exigindo boa fertilidade do solo ou se adaptando em solos pobres e com pH ácido.

Algumas cultivares, exigem alto nível tecnológico, enquanto outras, resistem a solos pobres e a períodos de estiagem (perfilhando novamente depois de algumas chuvas) é o caso de algumas cultivares do gênero brachiaria.

Para iniciar um plantio de forragem é necessário plantar ou semear na época certa. É importante conhecer as estações do ano e os períodos de chuva e estiagem.

Inicialmente, a criação de pastagens não pode ser encarada visando apenas o lucro, pois é necessário que o plantio e todas as etapas de cultivo sejam satisfatórias ou seja, que dê certo.

Há recomendações Agronômicas e Zootécnicas para iniciar um plantio. Que vai desde o uso de trator ou não para preparar o solo, análise de solo, calagem, adubação ou não, irrigação ou não, etc. O uso de cultivares ideal para a região. Se o solo estiver em condições satisfatórias, as sementes pode ser lançadas até com as mãos. Há na literatura, o uso do rebanho para que depois de semeado, o gado faça um pisoteio, encobrindo as sementes com o solo.

Os gêneros mais utilizados para forragem animal são a brachiaria, Panicum e a pennisetum.

No manejo de pastagens a entrada e saída de animais é importante para que a altura do pasto esteja na altura ideal.

Atualmente, o sistema agrossilvipastoris é bem difundida, onde integra conjuntamente a agricultura, a pecuária e a atividade florestal numa mesma área.

Algumas enfermidades pode ocorrer em pastagens, como é o caso da cigarrinha ou já transmitido para animais a fotossensibilização, que é causada por um fungo em algumas pastagens do gênero brachiaria.

Pode haver em plantas forrageiras, fatores antinutricionais, como o: Tanino, mimosina, ácido cianídrico, oxalato, dentre outros.

O estudo e a prática é de suma importância para o conhecimento de forragens.

OBS: O texto pode ser editado.

Foto e edição: por David Gomes Jatobá

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Olá, meu nome é David Gomes Jatobá Agronomia período - 4/9 e Zootecnia 4/9